sábado, 3 de março de 2007

Quimera...

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Alvorecer,

implexos braços,

pernas...

Ao seu corpo...

Sensação,

o carne dilacerada,

gotas e veios derramados espalhados...

Pedaços e mordidas;

Marcas rubras,

denunciando o pecado,

perveção...

Alcunha lapidada...

Pela Alma barganhada,

por um Maguinífico tesouro – Maravilha.

Perdido em uma ilha...

Doce Menina, Malvada...

Sorriso cruel,

Com olhar de fel.

Quem irá me salvar,

neste intempestuoso pélago?

Salvação e redenção;

Para que preciso de perdão;

Quando a tenho em meu coração?

Complementação...

Consternação...

Forjado a ferro e fogo?

A dor e angustia...

Desespero...

Fuga, morte e despertar...

A união de todos...

Uno...

Purificado pelas chamas negras;

Agonia...

Desejo...

Insaciado de dor – prazer da carne e sangue.

Ousadia e insanidade, união deslustra, a nutrir meu espectro.

A desdenhar, abnegação da existência.

Vivência coberta de lumes, calor sublime, culminante..

Dor, prazer e aflição...

O corpo e sua carne a queimar,

Ao meu contato, qualquer um irá congelar...

Terror e pânico...

Quem vai estear?

Descrição...

Sou a totalidade...

Um complexo mistifório...

Sou como a terra, como a vida...

Sou um eco, um reflexo da existência.

Um conglomerado de personalidades;

Reflexos de todos os que amo e odeio.

A cada um revelo uma fração do meu eu interior...

E reflito a cada um, sua própria personalidade, amplificada;

Quem sou eu?

Sou a vida ou a morte?

Sou a finita e limitada terra, ou o infinito espaço?

Sou o calor de Gaia ou o frio do espaço?

A verdade?

Todos somos os detalhes que descobrimos em nossa jornada,

Os detalhes que ninguém da importância,

Forjam o ser que somos,

Nossa individualidade...

Mas a pergunta permanece...

Quem sou?

Na verdade isso só você pode descobrir...

Sensação...

Lágrima escorre pela minha face,

Júbilo...

Expiação...

Dor...

Prazer...

Puro néctar!

Rubra se torna - Amálgama divino.

União profana – gota rubra dançando e unificando com regozijo.

Em minha face...

A união da essência vital – pecado carnal – amaldiçoado néctar;

Em licitante, excitante adesão...

Meu sangue se deleitando e luxuriando em seu suor...

Profano...

Divino...

Sensação

Existencia...

A eloquência e contradição de existir...
E não poder tocar...
Não ter como lhe ouvir...
De vê-la e não ter sua imagem...
Conhecer seus pensamentos e atitudes,
Mas não conhecer seu eu - lírico...
Encantar-me com seu brilho...
Seu sorriso...
Alegria, vivacidade...
Sua voracidade...
Desejo sumir, deixar de existir...
Talvez assim possa perder o que tenho e ganhar o que não posso...
Felicidade,
Sina...

Como vivo....

Desespero...

No brilho da luz angelical...

Perdição...

Calmaria e alento, sublime submição...

Minha casa, meu coração...

Em algum lugar da escuridão...

Desespero e perdição...

Medo, fúria, loucura, dor, pura incompreensão...

Vivacidade, desafio...

O prazer de temer, o prazer de viver...

Quem sou...

Sou a sua imaginação,
aquele que mergulha em seu olhar, nadando nos seus sonhos.
Caçando pelo seu corpo a utopia da - perfeição universal;
Me perdendo em inspirações geradas no sorriso perdido de seus lábios;
Carregados por sua lágrima;
Perdidos pela saudade de seu toque;
Pelo perfume de sua pele;
Doravante, eternizados pela melodia de sua voz - Celeste ou infernal?!